
Anshe Chung has turned an initial outlay of $9.95 into virtual assets worth at least $US1 million in real money.
Chung an avatar who has featured in Business Week has shown that the property boom is not limited to the real world.
The Anshe Chung avatar is owned by Ailin Graef who is originally from China but now resides in Germany with her husband.
Anshe’s Second Life real estate portfolio is equivalent to 36 sq km in size. People pay real cash $US100 to $US1000-plus to own a plot of land in Second Life.
Second Life has grown super fast from 70,000 members to 1.6 million participants in one year. People download the free software and creat online personas called avatars.
In typical property developer style, Anshe buys large blocks of “land” which she improves, subdivides, and then either rents or sells the smaller plots.
Anshe’s also owns virtual “cash”, “shares”, several “shopping malls”, “chain stores” and “brands”.
Ailin Graef’s expanded her virtual business by opening an office in the Chinese city of Wuhan where 21 people are employed to create content.
So people just hang out at this Second Life. Crazy stuff. Making a million dollars from a computer game in a few years. Who would have thought.




One Trackback
[…] Vocês não. Eu Published December 20th, 2006 in Dia-a-dia, O 3º Olho Published on December 20th, 2006 in Dia-a-dia, O 3º Olho OK, vocês também. Mas confesso que fiquei surpreendido com a escolha. Não tanto no sentido de ser muito vaga, afinal ainda há muita gente por aà a viver uma Second Life, a enviar vÃdeos do gato e da tia para o You Tube, a alimentar a Wikipedia ou o seu primo malévolo, mas no sentido em que são tecnologias todas muito jovens. A minha aposta ia para os Bloggers, ainda para mais depois da importância que o fenómeno do blogging teve nas últimas eleições americanas. Claro que me podem dizer que o “You” premiado engloba isso e muito mais. É certo. Contudo são processos com mecânicas muito diferentes. O “You” que controla a era da informação, da Web 2.0, é um utilizador voltado para o trabalho cooperativo, numa criação de sinergias a uma escala nunca antes vista. É o compêndio de informação da Wikipédia, a rede social do MySpace ou o verdadeiro canal “on-demand” que é o You Tube. É o individual em prol da comunidade. Ora o blogging já não é assim. Os bloggers são por natureza, numa natureza à escala Web, seres solitários, cuja maior ambição é conseguir um número de visitas semanais superior a *introduzir número*, nem que para isso tenha que desencadear uma flame war com o compatriota tripeiro do blog ao lado ou deixar que a anarquia se instale na caixa de comentários. Números são números e têm o peso que todos conhecemos. Nem que seja na balança do ego. Claro que já há vozes crÃticas um pouco por toda a blogosfera. Dizem eles que se o intuito do prémio é distinguir eleger quem mais se destacou, para o bem ou para o mal, durante o ano, não faz muito sentido dar o prémio a uma imensidão de pessoas. E tem razão. Este não é um daqueles concursos em que todos têm que ganhar uma medalha. Mas a revista não é um nobel. Tem preocupação para com accionistas, conselho de administração e anunciantes. Senão que outra razão há para que Bin Laden não tenha sido o eleito do ano de 2001? Se estou desiludido com a escolha da Time? Não. Afinal sempre deu pano para mangas para os bloggers um pouco por todo o mundo. […]
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